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「桜井 愛」

Sakurai Megumi
1996 - Kagoshima, JP
Sora's mom & tattoo artist.

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WHO?

Nome completo: Sakurai Megumi.
Apelidos: Mi-chan, Gummy.
Data de nascimento: 9 de novembro de 1996.
Local de nascimento: Kagoshima - Japão.
Ocupação: Tatuadora.
Residência: Bloco 5, 2º andar, apartamento 208.

QualidadesDefeitos
AltruístaAutossabotadora
EmpáticaInsegura
DeterminadaDesconfiada

TRIVIA!

- Tem aversão a moluscos, não suporta sequer imaginar a consistência de polvo e derivados na boca;- Demora muito para perceber que está exausta. O cansaço só é reconhecido quando o corpo falha e os sintomas começam a aparecer (mãos trêmulas, lapsos de atenção, insônia);- Foge sempre que escuta a palavra "johatsu" em algum ambiente;- Embora não seja explosiva, em situações de conflito, seu comportamento hostil é frio, cortante e definitivo quando acontece;- Sua linguagem do amor se manifesta em atos de serviço e tempo de qualidade;- Quando está nervosa, fala demais e faz pequenas brincadeiras sem sentido, usando o riso como forma de ganhar tempo para organizar os próprios sentimentos;- Ao se sentir verdadeiramente segura, fica surpreendentemente brincalhona;- Sua dinâmica oscila entre apego ansioso e evitativo;- Falsificou um documento que comprovaria vínculo com a universidade de medicina para poder exercer a profissão. Tudo com o aval do proprietário, claro, que demonstrou exímia compreensão após receber algun$ mimo$. De toda forma, Megumi é boa no que faz. Ele tinha que admitir;- Adora dias ensolarados, descrevendo o sol como "macio e doce", similar a um pêssego. Por isso, definiu "peachysun" como sua marca registrada em qualquer rede social;- Os campos floridos de Hokkaido que nos perdoem, mas o owl cafe de Tsukishima é seu lugar favorito no mundo. No coração da Gummy, as corujas estão no top 5;- Seu lema é que "tudo vai dar errado até que se prove o contrário". Megumi tende a desconfiar do que é seguro e normalizar o que é prejudicial.

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BACKGROUND!

O nome Megumi pode ser lido como “amor”, e não tem definição que lhe caia melhor. Nasceu em meio à recém-chegada leva de girassóis na floricultura da família, em Kagoshima, sendo recebida com tamanho afeto que a sensibilidade aflorada veio quase como uma herança familiar. Desde cedo, seus olhos atentos buscavam qualquer sinal de desequilíbrio, sempre pronta para apaziguar conflitos com palavras suaves ou gestos de cuidado, e em um período de grande instabilidade econômica, foi o carinho de Megumi que sustentou emocionalmente os pais, ainda que isso lhe custasse mais do que percebia na época.A postura protetora fez com que sua infância fosse posta em segundo plano. Quando os pais decidiram mudar para Tokyo e investir em um novo negócio, as responsabilidades se acumularam de forma desproporcional, e a vida passou a girar em torno da família, exigindo um nível de maturidade que foi obrigada a alcançar antes do tempo, queimando diversas etapas. Pouco tempo depois, com a chegada dos gêmeos, coube a Megumi assumir o papel de mediadora, cuidadora e referência, enquanto os pais se dedicavam exaustivamente ao trabalho.Megumi era a criança ideal para os Sakurai, numa mistura de qualidades que representavam a família perfeitamente. Da mãe, florista de Hokkaido, herdou a chamada “linguagem das flores”, compreendendo significados, ciclos e silêncios. Do pai, executivo do ramo de turismo, herdou a facilidade de comunicação e o sorriso fácil. Com ligações diretas à província sul-coreana de Gyeonggi, o coreano tornou-se sua segunda língua, e foi através do trabalho paterno que nasceu o desejo de conhecer o mundo. Uma realidade distante, que imaginou não ter a chance de concretizar tão cedo.A quem nunca ouviu falar do termo “johatsu”, pergunte aos Sakurai. Se tiver a sorte de encontrar alguém disposto a expor segredos familiares — talvez com uma boa quantia ou irrecusável oferta em mãos —, saberá que esse é um karma antigo. De uma hora para outra, o pai desapareceu e levou junto com ele a base sólida em que a família encontrava sustento. Megumi estranhou o comportamento da mãe, que optou por não seguir à procura e se recusava a contratar investigadores, ainda que a família estivesse à beira de um colapso. Incapazes de sustentar o padrão de vida que levavam na capital, não demorou até que retornassem para Kagoshima com os sonhos afogados em dívidas.De volta à cidade natal, o peso era outro. A notícia do escândalo financeiro havia vazado, e o desaparecimento, além de um mistério particular, havia se tornado uma vergonha pública. O nome Sakurai, antes associado à beleza das flores, agora era sussurrado com desdém nos corredores do mercado e nas ruas que percorrera a vida toda. Os olhares de pena logo se transformaram em afastamento, e a floricultura da família, já tão deteriorada, definhava sob o peso do ostracismo. Novamente, Megumi tomou para si a responsabilidade de reerguer a família, lidando com a sombra da humilhação e da exclusão social.O propósito de um recomeço deu à Megumi a força que precisava para seguir em frente, mesmo com tantas perguntas sem solução. Acreditar que seria capaz de encontrar uma saída era seu único conforto, e havia conseguido encontrar alguma paz naquele destino, até receber um dossiê contendo o real motivo do abandono paterno: Megumi era o produto da traição da mãe, e com a descoberta, se tornou a razão do abandono repentino. A revelação veio como o golpe final, tornando-a a prova viva de um segredo que manchava a memória da família. Dali em diante, o sorriso travesso que herdara do pai agora parecia uma ironia cruel, e o peso se tornou insustentável. Sem outras alternativas, decidiu sumir para apagar o seu rastro, repetindo os passos que, cedo demais, a ensinaram sobre o ódio no sentido mais puro. Na grande e anônima Seul, “Sakurai” não significaria nada.Pesquisando valores que pudesse arcar, considerando a pouca quantia que lhe restava, Megumi encontrou o Yongsan Central Park e acabou alocada no Bloco 5, um dos prédios mais antigos do complexo. Compacto, com seus corredores longos, paredes finas e a constante sensação de sufoco... e paradoxalmente, era ali que a vida pulsava. Crianças correndo, pets latindo, conversas atravessando paredes e uma rede silenciosa de apoio entre moradores que resistiam à expulsão velada promovida pela administração, mas um vazio ainda pairava. Para preenchê-lo e afastar o silêncio que ecoava em seus próprios pensamentos, Megumi foi a um abrigo local, e no encontro silencioso com Sora, um vira-lata de olhos cansados e rabo ainda hesitante, não sabia ao certo quem estava resgatando quem.Nesse cenário ambíguo e estranhamente reconfortante, Megumi também reencontrou, sem qualquer pretensão, algo que sempre lhe pertenceu: o desenho. Um amigo tatuador enxergou em seus traços delicados um talento raro para fineline e símbolos orgânicos, levando-a a um estúdio de tatuagem que não era muito rigoroso com documentações. Ali, encontrou excelentes mentores, um refúgio profissional, e contatos importantes para navegar num sistema que não foi feito para estrangeiros sem história. O zumbido da máquina acalmava sua mente, e as flores que aprendera a ler na infância passaram a ganhar forma, como um ato de cuidado silencioso que a reconectava a algo puro. A partir disso, a tatuagem se tornou mais do que profissão, representando a memória e a resiliência diante do contexto conturbado com o qual desejava romper.Pela primeira vez desde que chegou, a ameaça não é o passado, mas o futuro. O instinto de proteger seu cantinho, seu cachorro, suas flores... o único lar que teve coragem de chamar de seu, começa a falar mais alto que o desejo de permanecer invisível. Apesar das adversidades da vida, Megumi se mantém como figura sorridente, acolhedora. Além de estar focando cuidados no jardim particular e nos estudos em desenho, está buscando conhecer os arredores para se sentir mais confortável com a nova vida, sempre ao lado de Sora, o fiel companheiro, deixando questões pessoais para segundo plano até que possa, de fato, resolvê-las. Até lá, a tatuadora das flores — e mestre em disfarçar dor com bom humor — talvez precise aprender a lutar. Não por vingança, mas pelo direito simples de ter um lugar no mundo.

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OOC & CNNS!

Oláaa! Sou a player da Gummy, atendo pelos pronomes ela/dela, sou +25 e não tenho gatilhos. Megumi está disponível para plots de todos os gêneros, ocorrendo naturalmente ou com algum combinado prévio. Eu só não combino end game, ok? E reservo temas adultos para players maiores de 20 anos. No mais, adoro textão, turnos menores, f2f... Prefiro deixar HCs como último recurso, sendo estes bem combinados para que minha cabecinha de vento consiga planejar os próximos passos. ( ˘͈ ᵕ ˘͈♡)Se algo na personagem provocar incômodo, peço que me alerte para que possamos conversar.Gostou da Gummy? Só chamar!


Sugestões de prompts:- Uma figura excêntrica que surge nos momentos mais inoportunos, transformando situações banais em cenas absurdas e sendo o alívio cômico secreto da japonesa;
- Um funcionário ou frequentador da Molly’s que se aproxima por causa de Sora, virando seu segundo humano favorito e deixando Gummy visivelmente enciumada;
- Um morador excessivamente rígido com as regras de reciclagem, gerando atritos frequentes pelos vacilos de Gummy;
- Alguém que passa a dividir com Gummy o cuidado de plantas no terraço comum;
- Alguém que espalha rumores sobre a venda do complexo e acaba cruzando o caminho da Gummy, espalhando alguma fofoca a seu respeito;
- Alguém que também carrega um peso familiar ou um passado que prefere não nomear, gerando uma identificação pelas vias erradas;
- Uma conexão onde a presença é equilibrada e a faz se ver constantemente em um lugar de cuidado, trazendo um aprendizado doce e desconcertante;
- Vizinhe que insiste em fazer barulho exatamente um minuto depois do horário de silêncio;
- A figura hipercompetitiva que transforma tudo em disputa (lavanderia, elevador, fila do correio) e elege a Gummy como sua rival involuntária, sem um motivo aparente;
- A pessoa que sempre a cumprimenta com um apelido errado toda vez, até isso se tornar uma tradição involuntária entre elas;
- Youtuber/influencer que faz vídeos "explorando o pior prédio de Seul" e termina expondo os moradores, incluindo a Gummy.